Adeus estrelas, olá polegar

O objetivo da Netflix é conectar você a grandes histórias. Cada assinante Netflix tem um gosto único, e a Netflix trabalha constantemente para aprimorar as recomendações e permitir que você encontre algo incrível para assistir o mais rapidamente possível.



O sistema de classificação por estrelas foi substituído por um sistema mais simples e intuitivo: um polegar para cima ou para baixo. Para cima, significa que você gostou do título e quer ver outras coisas nesse mesmo estilo. Para baixo, significa que você não está interessado nesse título e que portanto devemos parar de recomendá-lo a você. Você ainda pode fazer uma busca por títulos que ganharam sinal de negativo, mas o sistema sabe sua opinião sobre eles: você não voltará a vê-los na sua página inicial.

Em qualquer uma das situações, o sistema polegar para cima / para baixo nos ajuda a entender melhor as suas preferências para que o Netflix possa fazer recomendações melhores, sugerindo sempre conteúdos que você vai amar.

As estrelas que aparecem ao lado de cada título estão sendo substituídas por um percentual de relevância. Esse número representa uma previsão daquilo que a Netflix acha que você vai gostar de assistir com base em suas preferências individuais. A porcentagem é baseada somente em nossos algoritmos de análise de seus hábitos individuais de visualização e comportamento - não é um resultado geral da popularidade do título na plataforma.

A classificação por estrelas faz parte de quase toda a história da Netflix, mas no decorrer de mais de um ano de testes que, embora usasse as estrelas para personalizar as sugestões para você, muitos dos assinantes não sabem ao certo como elas funcionam.

Isso acontece porque estamos acostumados ao sistema de classificação por estrelas de sites ou aplicativos de vendas online em que a classificação aparece ao lado do nome de um restaurante ou de um par de sapatos como uma avaliação geral do produto, uma média de todas as avaliações individuais. Nesses aplicativos, fazer uma avaliação pode ser divertido e útil para outras pessoas, mas o objetivo principal nem sempre é obter sugestões de produtos relevantes.

Em contrapartida, quando as pessoas veem o polegar, elas sabem que eles são usados para ensinar ao sistema sobre suas preferências com o objetivo de encontrar mais conteúdo de qualidade. E foi por isso que, ao testar a substituição das estrelas pelo polegar, foi notado um inacreditável aumento de 200% na atividade de classificação.

Quanto mais você ensinar o site sobre suas preferências individuais, melhores serão as recomendações para a sua próxima maratona, ou então para aquela noite na companhia do filme perfeito para você.

Então, quando você encontrar a sua próxima obsessão Netflix, use o .

Laerte Coutinho chega à Netflix em 19 de maio


Primeiro documentário original do Brasil: Laerte-se


Depois de quase 60 anos como homem, três filhos e três casamentos, Laerte Coutinho, um dos cartunistas mais  reconhecidos do Brasil, apresentou-se como mulher. O primeiro documentário original da Netflix produzido no Brasil acompanha a investigação de Laerte sobre o mundo feminino na intimidade do cotidiano. Enquanto faz uma reforma em casa, Laerte se pergunta sobre se deve ou não fazer um implante de seios. A partir desta questão, desenrola-se uma série de perguntas difíceis sobre o que é, afinal, ser mulher.

Laerte-se é dirigido por Lygia Barbosa da Silva e Eliane Brum. Produzido pela Tru3Lab para a Netflix. A produção executiva é de Alessandra Côrte e Lygia Barbosa da Silva. Roteiro de Raphael Scire, Lygia Barbosa da Silva e Eliane Brum, com a colaboração de Nani Garcia.

Série Brasileira, 3%, está ganhando o mundo!

Série brasileira original da Netflix, 3%, viaja pelo mundo com mais de
50% de horas vistas provenientes de mercados internacionais


O conteúdo original da Netflix viaja por todo o mundo, e impressiona pensar quantos espectadores na Turquia e em Hong Kong não gostam só de conteúdo Hollywoodiano, mas também estão maratonando uma produção original 100% brasileira da Netflix. Quatro meses depois do lançamento global, espectadores na Austrália, Canadá, França, Itália, Coréia do Sul, Turquia e Estados Unidos, entre outros países, se juntaram aos fãs brasileiros de 3% na busca para saber quem conseguirá chegar ao Maralto. Além de ser um grande sucesso no Brasil, 3% é a série de língua não-inglesa mais assistida nos Estados Unidos, desde seu lançamento, em 25 de novembro.

Em um mundo pós-apocalíptico onde apenas 3% dos participantes são bem sucedidos, a primeira série original brasileira da Netflix pode ser considerada parte do seleto grupo de produções nacionais que impactaram públicos globais.

“A série foi amplamente vista fora do Brasil em diversos países, o que nos mostra que há sempre um público para uma grande narrativa, seja com conteúdo produzido nos Estados Unidos, Brasil, Singapura, Austrália, Índia ou no Oriente Médio”, disse Erik Barmack, vice-presidente de Originais Internacionais da Netflix.

“Os incríveis produtores, diretores e elenco brasileiros de 3% construíram uma série atraente que questiona a dinâmica da sociedade ao colocar os personagens em um processo de sobrevivência cruel para chegar ao ‘outro lado’, e isso criou uma empatia com públicos do mundo todo. O sucesso da série em todo o mundo nos levou a confirmar a segunda temporada assim que a série foi lançada", completou.

Vaneza Oliveira (Joana) comentou como essa experiência sem precedentes tem sido até agora. "Nós fomos o primeiro conteúdo brasileiro a ser lançado ao mesmo tempo em 190 países, e isso foi um indicador de que eu poderia ter alguns fãs internacionais. Mas o retorno de fãs do mundo inteiro foi muito maior do que eu esperava. Eu recebo mensagens de fãs do México, Itália, França e até Taiwan, dizendo o quanto eles amaram a série. Tem sido maravilhoso participar desse projeto".

Dirigido por Cesar Charlone e escrito por Pedro Aguilera, 3% foi filmado com tecnologia 4 UHD e já está disponível na Netflix.

Assinantes da Netflix poderão assistir com exclusividade a quatro filmes indicados ao Oscar®

Além do vencedor do Oscar® “Moonlight: Sob a Luz do Luar”, “Até o Último Homem”, “Lion - Uma Jornada para Casa” e “Jackie” estarão disponíveis ainda no primeiro semestre


A Netflix, principal serviço de TV pela internet do mundo, anunciou na noite de entrega do Oscar® 2017, que trará com exclusividade para todos os assinantes na América Latina, quatro filmes indicados pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, incluindo o vencedor na categoria de melhor filme, Moonlight: Sob a Luz do Luar (Barry Jenkins). Além do filme dirigido por Jenkins, chegam ao catálogo da plataforma de streaming ainda no primeiro semestre Até o Último Homem (Mel Gibson), Lion - Uma Jornada para Casa (Garth Davis) e Jackie (Pablo Larraín).


A Netflix será o primeiro serviço de streaming ou canal de TV a oferecer os títulos aos consumidores latino americanos.


Até o Último Homem (6 indicações) - Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Andrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. Isso faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.






Moonlight: Sob a Luz do Luar (8 indicações) - Três momentos da vida de Chiron, um jovem negro morador de uma comunidade pobre de Miami. Do bullying na infância, passando pela crise de identidade da adolescência e a tentação do universo do crime e das drogas, este é um poético estudo de personagem



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Jackie (3 indicações) - Jacqueline Kennedy (Natalie Portman), inesperadamente viúva, lida com o trauma nos quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, o então presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.











Lion - Uma Jornada para Casa (6 indicações) - Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.


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